Cooperação Tecnológica e Inovação entre ENGMEX e UFU – Universidade Federal de Uberlândia

Artigo de Marcia Cunha –  Diretora Executiva da ENGMEX

A ENGMEX, como empresa inovadora em automação de projetos, sempre buscou olhar o futuro e implementar soluções que levassem ao mercado de engenharia, tecnologias capazes de não só garantir informações precisas, mas de promover uma mudança positiva na forma de trabalhar e de produzir projetos eficientes.

Foi assim quando lançamos o MEX – Material Explorer em 2012, um software e banco de dados com mais de um milhão de materiais em parceria com os maiores fabricantes nacionais. Banco esse que integra seus dados às bases instaladas de qualquer plataforma de plant design, gerando ganhos enormes de produtividade e assertividade nas compras de equipamentos e materiais. Imaginem a economia que isso representa para a implantação de um empreendimento?

Evoluímos para encurtar o caminho na ISO 15.926 que, ainda em desenvolvimento normatiza a interoperabilidade entre bases tecnológicas (para saber mais clique aqui), publicação de nosso amigo e mentor, Ricardo Yogui). Assim, preparamos nosso software para reconstruir modelos inteligentes entre as plataformas dos maiores players do mercado.

Em seguida, percebemos que implantávamos BIM (Building Information Modeling) e capacitávamos profissionais, porém, faltavam ferramentas para a gestão de todo o processo que antecede a compatibilização de modelos e criamos o ELOS que agrega inúmeras funcionalidades de controle e planejamento.

Porém, depois de uma profunda análise, percebemos que estávamos esquecendo de algo que completa todo o processo BIM. Toda essa tecnologia produzida, em sua grande parte, geravam modelos perfeitos, com informações preciosas mas que estavam limitadas às fases de projeto, construção/montagem do empreendimento. Mas e o depois?

Após algumas conversas com amigos de uma grande mineradora onde foram enfáticos em dizer que, após o projeto concluído, usando tecnologia de ponta e absurdamente cara, toda a documentação, banco de dados, etc. são literalmente ‘engavetados’, restando ao pessoal de operação e manutenção, o trabalho tradicional, em campo, muitas vezes sem um preparo adequado.

Para nós da ENGMEX, esse ambiente pós construção nos gerou muitas inquietudes, muitas perguntas sobre o que fazer? Qual caminho deveríamos perseguir para levar aos nossos clientes uma solução BIM (sim, BIM também para a indústria!!!) efetiva e completa.

Foi então e por esse motivo que nos aproximamos do mundo Acadêmico, mais precisamente da UFU – Universidade Federal de Uberlândia que possui uma equipe fantástica de P&D em Realidade Virtual. Achamos o elo que nos faltava… Era isso!!!!! Criar modelos virtuais usando metodologia BIM cujos elementos devem estar associados a Realidade Virtual e/ou Realidade Aumentada, para que todo o processo de operação pudesse ser testado ainda na fase de projeto permitindo os melhores ajustes. Todas as informações estão ali! Um modelo virtual que pode atuar e interferir no mundo Real para manutenção da planta. Fantástico não?

Estamos entusiasmados com essa nova fase na ENGMEX. Vamos, a partir dessa parceria com a UFU, evoluir para um contrato de Cooperação Tecnológica e Inovação. Já estamos estudando as bases desse contrato e em breve vamos comemorar com vocês essa iniciativa.

Nos próximos dias, o Professor Dr. Alexandre Cardoso (vejam Curriculum Vitae)  irá publicar com mais propriedade, nesse blog, detalhes sobre esse encontro do BIM com Realidade Virtual.

Aproveito ainda para dizer, que mesmo antes do acordo formalizado, já estamos juntos e oferecendo esse trabalho. Se sua empresa quer entender todo esse processo, ou mesmo, fazer um piloto desse ambiente, nos chamem!!! Venha fazer parte dessa nova perspectiva da engenharia no Brasil. Entrem em contato pelo e-mail: contato@engmex.com.br